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Cada um descobre o seu anjo
tendo um caso com o demônio.
Mia Couto  (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)

Sep 23, 2014 / 2,515 notes
E existem aquelas pessoas que por mais distantes que estejam, ainda continuam perto. Aquelas que, passe o tempo que passar, serão sempre lembradas por algo que fizeram, falaram, mostraram, pelo que nos fizeram sentir. É isso… As pessoas são lembradas pelos sentimentos que despertaram em nós… E quanto maior o sentimento, maior se torna a pessoa.
Caio Fernando Abreu.   (via craquelar)

(via craquelar)

Sep 23, 2014 / 23,837 notes
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Sep 23, 2014 / 1,982 notes

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(via sepultos)

Minha pergunta é: Por que as pessoas boas se dão mal na vida?
Quem é você, Alasca?  (via hopfulness)

(via hopfulness)

Sep 23, 2014 / 30,385 notes
Sep 23, 2014 / 1,253 notes

(via smokendorf)

Eu prefiro ficar longe porque toda vez que fico perto eu me perco, você tem uma facilidade enorme pra me tirar dos eixos. Minhas pernas tremem, meu coração acelera e eu fico sem reação quando estou com você.
Para alguém que talvez nunca irá ler. (via capacitadora)

(via capacitadora)

Sep 23, 2014 / 7,413 notes
Desisti. E isso é a coisa mais triste que tenho a dizer. A coisa mais triste que já me aconteceu. Eu simplesmente desisti. Não brigo mais com a vida, não quero entender nada. Vou nos lugares, vejo a opinião de todo mundo, coisas que acho deprê, outras que quero somar, mas as deixo lá. Deixo tudo lá. Não mexo em nada. Não quero. Odeio as frases em inglês mas o tempo todo penso “I don’t care”. Me nego a brigar. Pra quê? Passei uma vida sendo a irritadinha, a que queria tudo do seu jeito. Amor só é amor se for assim. Sotaque tem que ser assim. Comer tem que ser assim. Dirigir, trabalhar, dormir, respirar. E eu seguia brigando. Querendo o mundo do meu jeito. Na minha hora. Querendo consertar a fome do mundo e o restaurante brega. Agora, não quero mais nada. De verdade. Não vejo o que é feio e o que é bonito. Não ligo se a faca tirar uma lasca do meu dedo na hora de cortar a maça. Não ligo pra dor. Pro sangue. Pro desfecho da novela. Se o trânsito parou, não buzino. Se o brinco foi pelo ralo, foda-se. Deixa assim. A vida é assim. Não brigo mais. Não quero arrumar, tentar, me vingar, não quero segunda chance, não quero ganhar, não quero vencer, não quero a última palavra, a explicação, a mudança, a luta, o jeito. Eu quero não sentir. Quero ver a vida em volta, sem sentir nada. Quero ter uma emoção paralítica. Só rir de leve e superficialmente. Do que tiver muita graça. E talvez escorrer uma lágrima para o que for insuportável. Nada pessoal. Algo tipo fantoche, alguém que enfie a mão por dentro de mim, vez ou outra, e me cause um movimento qualquer. Quero não sentir mais porra nenhuma. Só não sou uma suicida em potencial porque ser fria me causa alguma curiosidade. O mundo me viu descabelar, agora vai me ver dormir. Eu quis tanto ser feliz. Tanto. Chegava a ser arrogante. Tanta coisa dentro do peito. Tanta vida. Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos. Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem devora o mundo e ainda assim não basta. Ninguém dá conta e quer saber? Nem eu. Chega. Não quero mais ser feliz. Nem triste. Nem nada. Eu quis muito mandar na vida. Agora, nem chego a ser mandada por ela. Eu simplesmente me recuso a repassar a história, seja ela qual for, pela milésima vez. Deixa a vida ser como é. Desde que eu continue dormindo. Ser invisível, meu grande pavor, ganhou finalmente uma grande desimportância. Quase um alivio. I don’t care.
Tati Bernardi (via overdose-de-textos)

(via hopfulness)

Sep 23, 2014 / 419 notes
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Sep 23, 2014 / 152,698 notes

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(via sepultos)

fraternityrow:

tryin’ to escape :)
Sep 23, 2014 / 4,831 notes

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tryin’ to escape :)

(via rejeitei)

Sep 23, 2014 / 2,960 notes

(via rejeitei)